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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

Construção Sustentável – Parte II

Qualidade ambiental interna e externa Evitar danos a fauna e flora local; Evitar ao máximo a impermeabilização do solo; Projetar utilizando técnicas que permitam uma construção mais econômica, menos poluente e com menor impacto ao meio ambiente; Planejar toda a obra e futura operação do edifício procurando minimizar a geração de lixo e resíduos; Promover segurança interna e externa do edifício e seus usuários; Evitar todo e qualquer tipo de contaminação, degradação e poluição de qualquer natureza,visual, sonora, ar, luminosa, etc; Implantação  e  otimização  de  todos  os  recursos; Evitar  grandes  movimentos  de  terra,  preservando  sempre  que  possível  a  conformação original do terreno; Elaborar  um  plano  eficiente  de  drenagem  do  solo  para  durante  e após  a  execução  das obras, evitando-se danos como erosão ou rebaixamento de lençol freático. Fonte: * ASBEA - Recomendações básicas para projetos de arquitetura. Veja também: *

Construção Sustentável – Parte I

O que é um projeto sustentável? Um projeto sustentável se preocupa em difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental, maiores ganhos sociais e ao mesmo tempo, sendo viável economicamente. É necessário considerar todo o ciclo de vida da edificação, desde a sua concepção até o final de sua vida útil, através de medidas que avaliem o impacto da obra em seu entorno, a redução do consumo de energia, água, matéria prima e resíduos, entre outras. Não existe um único caminho nem soluções perfeitas, existem várias tentativas para tornar o empreendimento mais sustentável. E isso depende do conhecimento e da criatividade dos profissionais envolvidos. A cada dia surgem novas tecnologias e, consequentemente, soluções mais eficientes. A sustentabilidade é um processo, por isso, o ideal é utilizarmos a expressão “mais sustentável”, não é possível ainda projetarmos um edíficio que seja totalmente isento de impacto. Princípios básicos de uma construção sustentável estão ligados

Parque Madureira – obra pública sustentável

Considerado o terceiro maior parque da cidade do Rio de Janeiro, o Parque Madureira é cercado por toda uma área que durante anos perdeu suas áreas verdes. Com mais de um quilômetro de extensão de área livre, árvores, cascatas, palco para espetáculos, quadras de vôlei de praia, espaço para prática de todas as vertentes de skate, lan house, entre outras. O parque foi concebido dentro de um conceito de obra pública sustentável, abaixo alguns destaques: Foram plantadas 1.500 árvores nativas, que ajudarão no microclima da região; Há um sistema de irrigação por baixo do parque; Toda água utilizada no parque é captada, tratada e reutilizada; Toda parte de iluminação interna do parque é com energia em led e  equipamentos com a vida útil maior; O Parque de Madureira tem mostrado também um exemplo de educação ambiental..

Reciclagem na demolição de obras

Com o lançamento da Lei nº 12.305 – da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2010, as construtoras passaram a se preocupar com a reciclagem dos materiais gerados nos canteiros de obras, principalmente decorrentes de demolições.  A reciclagem de materiais de construção na própria obra além de dar uma destinação correta para esse material também gera economia para as construtoras uma vez que reduz custos na compra de material. Os resíduos de concreto podem ser reutilizados para o preenchimento não estrutural, na regularização de nível de bloco de fundação. Já os resíduos de argamassas podem ser utilizados na elaboração de argamassa para revestimentos (chapisco, reboco). Embora muitas construtoras têm mostrado interesse em se adequar a essa lei, o processo ainda é incipiente. Existem algumas barreiras que impedem a reciclagem na construção civil, tais como: a rejeição popular, muitos não acreditam na qualidade do material devido a sua origem; falta de instalações e te

Sistema de rastreamento de resíduos da construção civil

Está sendo implantado em São Paulo, o sistema denominado de “Gestão Eletrônica e Rastreabilidade de Resíduos” (nome ainda não oficial), uma tecnologia que permitirá o acompanhamento do resíduo de construção civil descartado até a sua destinação final em todo o Estado. O sistema também permitirá a coleta de dados e visualização do reaproveitamento de materiais e dos descartes efetuados. De acordo com Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a idéia é possibilitar ao empreendedor mais facilidade para agir de acordo com a legislação e assim se destacar no mercado. Além disso, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) poderá fiscalizar de forma mais clara e direta o descarte de resíduos.  Acesse aqui , para saber mais sobre o sistema. Outros posts sobre Resíduos da Construção Civil: * "Sustentabilidade na Construção Civil - Parte 3: Redução, Reutilização e Reciclagem de Resíduos Sólidos".

‘NOTÍCIAS: Consumidor que produzir energia limpa terá desconto na conta de luz.’

Entrou em vigor, no dia 17/12/2012, a   Resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), segundo a qual residências ou empresas microgeradoras - com capacidade de até 100 quilowatts (kW) - ou minigeradoras - até 1 megawatt (MW) - terão direito a compensação na conta de luz caso  produza a própria energia. Os consumidores poderão ligar os sistemas de energia solar ou eólica, por exemplo, à rede elétrica. A energia que sobra irá para a distribuidora, e em troca o consumidor vai ganhar um abatimento na conta de luz... Para conferir a notícia na íntegra no G1: Acesse Aqui! *   *   *   *   * O Brasil tem um enorme potencial para a geração de energia renovável (eólica, solar, biomassa), segundo o ranking da Enst & Young , que avalia os países mais atraentes para investimentos em energia renovável, o país ocupou a 10ª posição. O país precisa de mais incentivos para conseguir alavancar a produção de energia limpa. Por exemplo, na Espanha e na Ale

Pisos Permeáveis

Nos últimos anos, as empresas tem aumentado os investimentos em novas tecnologias de pisos permeáveis para áreas externas, que garantem a absorção da água e contribuem para a redução de enchentes nas cidades. Existem vários tipos de pisos permeáveis: Drenac É um tipo de piso drenante desenvolvido pelo paisagista Benedito Abbud em parceria com a Gyotoku. Produzido com 82% de resíduos de cerâmica e cimento processado industrialmente. Sua eficiência de vazão drenante alcança 82%, o que facilita o escoamento de água, contribuindo para a diminuição de enchentes e a manutenção dos lençóis freáticos. Disponível em www.folhavitoria.com.br. [Acessado em 19 de dezembro de 2012]. Piso Grama São peças pré-moldadas vazadas de concreto para pavimentação de áreas externas, preenchidas com grama, predisco ou outro tipo de pedra miúda, proporcionando assim um piso permeável e drenante, o que permite o escoamento da água das chuvas pelo solo e evita seu empossamento na

‘NOTÍCIAS: Governo concede Selo Verde para 90 condomínios no estado do Rio de Janeiro.’

A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) concedeu seu Selo Verde para 90 empreendimentos. A iniciativa é uma parceria do governo com a Associação Brasileira de Administradores de Imóveis (Abadi) e com o Sindicato de Habitações do Rio de Janeiro (Secovi-RJ). Para conseguir a certificação, é preciso que o condomínio adote pelo menos duas medidas socioambientais promovidas pela SEA, como a Coleta Seletiva Solidária e o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal (Prove)... Para conferir a notícia na íntegra na Revista Construção Mercado: Acesse Aqui! *   *   *   *   * Os incentivos por parte do governo na preservação ambiental, a criação de selos e de certificações ambientais, estimulam  as empresas, indústrias e o consumidor a incluir em sua cultura a adoção de medidas sustentáveis. Outro incentivo interessante, adotado por algumas prefeituras paulistas, é a implantação do IPTU Verde , que beneficia com descontos no imposto aqueles que executam a

Reforma do Mineirão - Obra Verde

A reforma do Mineirão vem priorizando desde o início da obra, padrões, ferramentas e procedimentos ecologicamente corretos, com a finalidade de obtenção da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que atesta a arena como um empreendimento ambientalmente sustentável. Algumas medidas que já foram adotadas no Mineirão para obtenção do certificado LEED são as seguintes: A terra retirada para rebaixamento do campo foi usada na obra de aterro do Boulevard Arrudas, no centro da cidade; outro volume de terra foi doado, pela primeira vez, a cavas de mineradoras (região de São José da Lapa); Reaproveitamento de todos os entulhos provenientes da obra e alguns materiais estão sendo doados a várias instituições: A Prefeitura de Vespasiano, pavimentou as ruas do município com o concreto que antes formava a arquibancada e áreas internas do estádio, e hoje foi transformado em brita; As antigas cadeiras do Mineirão foram doadas a estádios e ginási