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Mostrando postagens de Maio, 2013

‘NOTÍCIAS: Hidrelétrica submersa armazena energia no fundo do mar.’

Fonte: Info Abril.
Rainer Schramm, pesquisador norueguês, está trabalhando em um projeto para a construção de uma hidrelétrica no fundo do mar. A ideia é armazenar energia ao explorar a pressão no fundo do oceano. Para usar essa pressão da água no fundo do mar, a energia mecânica é convertida por uma turbina reversível, como em uma hidrelétrica normal. A diferença é que o sistema usa o bombeamento no lugar da queda natural, que é usada em hidrelétrica convencional.
A turbina é equipada com uma válvula e ligada a um reservatório a uma profundidade entre 400 e 800 metros. Quando a válvula é aberta, a água entra e começa a girar a turbina, que por sua vez aciona um gerador para produzir eletricidade...
Para conferir a notícia na íntegra na Info online: Acesse Aqui!
*   *   *   *   * Esse hidrelétrica está em fase de projeto. É necessário avaliar a viabilidade da construção de uma hidrelétrica submersa. Quais são os custos para gerar energia através dessa tecno…

Ecodesign - ideias criativas

Prédio “movido” a algas

Um prédio com 15 apartamentos, denominado de “BIQ House”, construído em Hamburgo, na Alemanha apresenta uma fachada composta por persianas formadas por microalgas marinhas que conseguem gerar energia através de processos bioquímicos.
O projeto é uma iniciativa da empresa de design Arup, em parceria com a firma de arquitetura austríaca Splitterwerk, que servirá como planta piloto para testes sobre a produção de energia renovável em edifícios urbanos. A obra custou cerca cinco milhões de euros e levou aproximadamente um ano para conclusão.
Além da produção de eletricidade, a solução tecnológica ajuda a manter a temperatura interna agradável, sem a necessidade de refrigeração artificial.
As fachadas até pouco tempo representava apenas uma separação entre o exterior e interior de uma edificação, com função de proteção contra a ação da chuva e do vento. Hoje em dia, elas são construídas pensando principalmente no isolamento térmico e acústico do ambiente interior. Mas para os idealizadores da…

“Bairro Solar” no ES

Fonte: Revista Leia
Localizado no município da Serra,  no Espírito Santo, o “Bairro Solar” é o primeiro bairro no estado a utilizar energia solar e também o maior do Brasil com este sistema. A iniciativa faz parte do Programa “Boa Energia Solar” da EDP Escelsa.  A implantação do “Bairro Solar” é uma ação do Governo do Estado, por meio da Agência de Serviços Públicos de Energia do Espírito Santo (Aspe) e a concessionária de energia elétrica.
O projeto Boa Energia Solar está sendo desenvolvida nos bairros Serra Dourada I, II e III e consiste na instalação de painéis solares nas residências para aquecimento de água, permitindo, assim, a substituição dos chuveiros elétricos existentes nas casas por outros mais eficientes.
Aproximadamente 2.062 residências já contam com os painéis solares instalados. A instalação painéis, o reservatório térmico para armazenamento, os misturadores de água quente e fria para regular a temperatura até que a água fique agradável ao banho, além de…

Gestão eficiente de água na indústria: Ambev

A maioria das indústrias brasileiras de bebidas possuem sua própria estação de tratamento de água, isso ajuda a reduzir custos e melhorar a qualidade de água servida na produção. Quanto maior a indústria maior a demanda por água limpa.
Uma das fábricas da Ambev, localizada em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, conseguiu em dez anos reduzir em 50% o consumo de água em sua produção,  antes eram gastos cerca de 7 litros de água por litro de produto, atualmente consegue-se produzir a mesma quantidade utilizando apenas 3,5 litros de água.
A fábrica possui sua própria Estação de Tratamento de Água. A água utilizada na produção também é reaproveitada em atividades como lavagem de tanques e limpeza em geral. Por exemplo, a água que enxagua as garrafas é aproveitada para lavar engradados. Na pasteurização, a água que é utilizada para elevar a temperatura da cerveja é também usada para resfriá-la. Esse circuito fechado reduz a necessidade de captação. Deixando claro, que t…

Consumo de água na produção de alimentos: água que não vemos.

Os alimentos que consumimos diariamente demanda de uma enorme quantidade de água, que normalmente consumimos sem perceber.
Em 2002, o professor Hoekstra, na época no Instituto de estudos da Água da Unesco (hoje na Univ. de Twente nos Países Baixos), com apoio do professor Chapagain, visando estimar o consumo de água doce em produtos e serviços, considerando o uso direto no processo de produção e o indireto nas várias etapas da cadeia de suprimentos criaram o conceito “Pegada Hídrica” ou “Pegada da Água”.
Vamos dar uma olhadinha no quanto de água é necessário para produzir alguns itens do nosso cotidiano: Milho: 1222 l/ kgEm média, a pegada hídrica global do milho é de 1.220 litros / kg, podendo variar de país para país. No Brasil, ela é de 1750 litros / kg, já na Índia chega a 2.540 litros / kg. Entre 1996 e 2005, a produção de milho mundial contribuiu para 10% da pegada hídrica da produção agrícola. Alface: 237 l/ kgSegundo o Waterfootprint.org, a pegada hídrica global do al…