Pular para o conteúdo principal

Elétricos a todo vapor

Nos últimos anos, o desenvolvimento em pesquisas na fabricação de veículos elétricos (VE) tem se intensificado. No Brasil, os elétricos estão, vamos a sim dizer, em seu estágio inicial. O custo de possuir um carro elétrico no país ainda é muito alto, por isso a importância de maiores investimentos na área, em busca de desenvolver aqui a tecnologia para os VE, baratear o seu custo e também em incentivos fiscais por parte do governo.

Se os elétricos vieram para ficar só o tempo irá dizer, mas que são inúmeras as suas vantagens disso não há dúvida. Embora eles não estejam isentos de impacto ambiental, uma vez que a eletricidade utilizada para recarregar as baterias em alguns países provém de uma fonte de energia não renovável, ainda assim, geram menor emissão de carbono que os carros convencionais. Além disso, se as estações de recarga de bateria forem abastecidas por exemplo, por energia solar, as emissões são quase nulas.

Alguns projetos de VE:

  • Nissan LEAF

Lançada em 2010, a Nissan LEAF é um carro movido totalmente através de energia elétrica. É comercializado no Japão, EUA e alguns países da Europa. Também já tem alguns modelos circulando pelo Brasil, o carro foi escolhido para ser o veículo oficial do C40, conferência realizada em São Paulo com os prefeitos das maiores cidades do mundo para discutirem soluções para enfrentar as mudanças climáticas do planeta e no projeto piloto de táxi elétrico da cidade de São Paulo. 

O LEAF possui autonomia para rodar 160 km e leva aproximadamente 6 horas para recarregar.


Disponível em www.nissan.com.br/NissanLeaf. [Acessado em 13 de julho de 2012].




  • Roskva - motocicleta elétrica

A Roskva é uma motocicleta elétrica projetada por um grupo de estudantes noruegueses capaz de recarregar as baterias em apenas dez minutos. A moto foi criada com fibra de carbono, com peso de 30 quilos e pode chegar a velocidade de 160 km/h. A bateria usada é o modelo de lítio-ferro. Não há ainda garantia que a moto seja produzida para comercialização.

Disponível em http://roskva-electric.com. [Acessado em 13 de julho de 2012].



Fontes:
* ABVE - Associação Brasileira de Veículos Elétricos
* Quadro Rodas
* Nissan


Vejam também outros posts sobre veículos elétricos:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

‘POLÍTICA AMBIENTAL: Linha do tempo - Evolução da legislação ambiental brasileira.’

Um breve resumo da legislação ambiental no Brasil de 1906 a 2011.

OBS: Por favor, para uma melhor visualização, abrir a imagem em uma nova aba e dar zoom.





Fontes:
* Site do Ministério do Meio Ambiente. Acesse Aqui!
* Site do Planalto. Acesse Aqui!

Tratamento de Esgoto - Parte II

Tratamento Preliminar

O tratamento preliminar objetiva principalmente à remoção de sólidos grosseiros e areia, através de mecanismos físicos. Essa etapa do tratamento é composto basicamente por grades, desarenador (caixa de areia) e um medidor de vazão (ex: calha Parshall) (ver figura abaixo).

Adaptado de Von Sperling, 2005.
GradesAs grades são responsáveis pela remoção dos sólidos grosseiros. No gradeamento, o material de dimensões maiores do que o espaçamento entre as barras é retido. A remoção desse material retido pode ser manual ou mecanizada, que irá depender do tipo de grades utilizada em cada ETE.

Finalidades da remoção de sólidos grosseiros: Proteger as unidades de tratamento subsequentes; Proteger as bombas e tubulações (dispositivos de transporte do esgoto); Proteger os corpos receptores.
Desarenadores (caixa de areia)
Os desarenadores são responsáveis pela remoção da areia contida nos esgotos. Através do mecanismo de sedimentação, os grãos de areia, por terem maiores dime…

Tratamento de Esgoto - Parte III

Tratamento Primário

No tratamento primário ocorre a remoção dos sólidos em suspensão sedimentáveis e dos sólidos flutuantes, através da utilização de tanques de decantação. Os esgotos passam lentamente pelos decantadores, permitindo que os sólidos em suspensão, possuindo uma densidade maior do que a do líquido, sedimentem gradualmente no fundo. Essa massa de sólidos é denominada lodo primário bruto.
E os sólidos flutuantes, como graxas e óleos, tendo uma menor densidade que o líquido, sobem para a superfície dos decantadores, onde são coletados e removidos do tanque para posterior tratamento.
Os tanques de decantação podem ser circulares ou retangulares.

  Adaptado de Von Sperling, 2005 Atualmente, algumas unidades de tratamento de esgoto, tem susbstituído os decantadores primários por reatores anaeróbios, como os reatores UASB. A remoção de DBO através dos decantadores primários é em torno de 25 a 35%, com o reator UASB passa-se a ter uma eficiência em torno de 70%, possibil…