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Ônibus híbrido elétrico-hidrogênio

A COPPE/UFRJ - Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia desenvolveu o ônibus H2. Aparentemente, é um ônibus convencional com capacidade para transportar 29 pessoas sentadas e 40 em pé. No entanto, possui um diferencial: o combustível -  ele é movido a energia elétrica obtida de baterias previamente carregadas na rede e complementada pela eletricidade produzida a bordo por uma pilha de combustível alimentada de hidrogênio.

O veículo tem autonomia para 300 km, sendo um terço provenientes de baterias carregadas na tomada elétrica e o restante por hidrogênio e um sistema de energia cinética, adquirida com a movimentação. Essa energia, normalmente, é desperdiçada na forma de calor durante as frenagens, em veículos comuns. O sistema é semelhante ao adotado pelos carros de Fórmula 1.

O projeto é liderado pelo Laboratório de Hidrogênio (LabH2) da Coppe e conta com diversas parcerias.

Algumas Vantagens:

  • Silencioso;
  • Eficiência energética maior que o ônibus a diesel;
  • Emissão zero de poluentes - único resíduo produzido é a água..
  • Uma importante vantagem é o fato do hidrogênio ser um elemento abundante na natureza, pode ser obtido de diversas fontes, destacando-se a água.


Algumas Desvantagens:

  • Alto custo da produção de hidrogênio combustível e o peso dos cilindros que armazenam o gás. No entanto, na Coppe os equipamentos são organizados de forma criativa e também há o gerenciamento da energia a fim de contornar esses custos. No projeto é usado uma pilha de baixa potência, pequena e leve, que consome relativamente pouco hidrogênio. Além disso, o outros equipamentos também possuem baixo peso, o que reduz a carga transportada e, assim, menor gasto de energia.

Fontes:
* Folder: Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - COPPE/UFRJ.

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